Sugestões de leitura para professores




Abaixo relacionamos algumas sugestões de leitura  enviadas pelos PCOP's da Oficina Pedagógica.

A grande maioria dos livros foram encaminhados as unidades escolares por meio do programa Sala de Leitura - FDE no ano de 2010 ou fazem parte do acervo das escolas por meio recebimento de outros projetos.



ARTE

Barbosa, Ana Mae (Organização);  Arte-Educação: leituras no subsolo; São Paulo: Cortez, 1997.
ARGAN, Giulio Carlo; Arte moderna; São Paulo:Editora Companhia das Letras, 1992
Dorfman, Ariel e  Mattelart, Armand; Para ler o Pato Donald – Comunicação de massa e colonialismo;  São Paulo: Editora Paz e Terra, 2010.
Marcondes, B.,  Menezes, G. e Toshimitsu, T.; Como usar outras linguagens na sala de aula; 6.ed., São Paulo: Editora Contexto, 2010

BIOLOGIA

SILVA, Marta Cassaro da; HAINARD, François. O ambiente: uma urgência interdisciplinar. Marta Cassaro da Silva; François Hainard- Campinas: Papirus, 2005. 
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 18ª ed - São Paulo: Libertad Editora, 2010.
ENGE, Peter. Escolas que aprendem: um guia da Quinta Disciplina para educadores, pais e todos que se interessam pela educação. Trad. Ronaldo Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2005.


CICLO I

BRASIL, Secretaria de Educação fundamental (1997).  Parâmetros Curriculares Nacionais, Língua Portuguesa, 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental. MEC/SEF, Brasília; 1997.
BRASIL, Secretaria de Educação fundamental (1997).  Parâmetros Curriculares Nacionais, Matemática, 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental.Vol. 3. MEC/SEF, Brasília; 1997.
COLL, César; TEBEROSKY, Ana. Aprendendo matemática. São Paulo: Ática, 2000.
FERREIRO, E. A escrita como sistema de representação. In: Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez Editora, 1990. pp. 10-16.
_______________ As concepções das crianças a respeito do sistema de escrita. In: Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez Editora,1985.
__________& Teberosky, A. A evolução da escrita. In: Psicogênese da língua escrita. Cap. 6. Porto Alegre (RS): Editora Artes Médicas, 1984.
KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1987.
LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. In: É possível ler na escola. Porto Alegre: Artmed, 2002. (pp.87 a 92).
MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lucia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.
NEMIROVSKY, M. Antes de começar: que hipóteses fazem as crianças sobre o sistema de escrita? In: O ensino da linguagem escrita. Porto Alegre. RS. 2002.
PARRA, Cecília; SAIZ, Irma (org.) Didática da Matemática: Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996.
PROFA/ Letra e Vida. Módulo 1, Unidade 3, Texto 5. Como se aprende a ler e escrever ou, prontidão, um problema mal colocado. Brasília: MEC / SEF, 2001.
PROFA/ Letra e Vida. Módulo 1, Unidade 4, Texto 5. Por que e como saber o que sabem os alunos. Brasília: MEC / SEF, 2001.
WEISZ, T. & SANCHES, A. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. Cap.3 e 5. São Paulo: Ática, 1999.
WEISZ, Telma. Existe vida inteligente no período pré-silábico? In: PROFA/ Letra e Vida. Módulo 1, Unidade 4, Texto 4. Brasília: MEC / SEF, 2001.
ZABALA, Antoni.  As relações interativas em sala de aula: o papel dos professores e o dos alunos. In: A prática educativa – como ensinar. Porto Alegre (RS): Artmed, 1998.

CIÊNCIAS

Abramovay, Miriam. Drogas nas escolas: versão resumida. Brasília: UNESCO, Rede Pitágoras, 2005. 143 p.
São Paulo (Estado) Secretaria do Meio Ambiente/ Coordenadoria de Educação Ambiental . Ecocidadão. São Paulo: SMA/CEA, 2008. 116 p.
Oliveira, Gilvan Sampaio de. Mudanças climáticas: ensino fundamental e médio. Brasília: MEC, SEB,MCT, AEB, 2009. 348 p.


EDUCAÇÃO ESPECIAL


MANTOAN, Maria Tereza - Compreendendo a Deficiência Mental - Novos caminhos Educacionais, Editora Scipione
 MANTOAN, M. Tereza e colaboradores - A Integração da pessoa com deficiência – Contribuições para uma reflexão sobre o tema; Editora Memnon, 2003.
 MITLLER, Petter – Educação Inclusiva – contextos sociais; Editora Artmed, 2003.
FONSECA, da Vitor - Aprender a Aprender: A educabilidade cognitiva – Ed Artmed. 1998
CARVALHO, Rosita Edler – Educação Inclusiva com os pingos nos Is – Editora Mediação.2004
STAINBACK, Susan- Inclusão: um guia para educadores; trad. Magda França Lopes- Ed. Artes Médicas Sul, 1999.
Educação Inclusiva: Direito a Diversidade - Documento Orientador MEC – Brasília 2005
ASSUMPÇÃO, Francisco Baptista – Introdução ao estudo da Deficiência Mental. Editora Mennon
 FARAH, Itamar Marcondes , Pagnanelli, Nancy. Somos todos iguais. São Paulo: Memnon, 1998
 Julie Dockrell e John Mcshane - Crianças com Dificuldade de Aprendizagem- Uma Abordagem Cognitiva - Editora – Artes Médicas Sul
PRIOSTE, Cláudia; Raica, Darci; Machado, Maria Luiza Gomes - 10 Questões Sobre a Educação Inclusiva da Pessoa Deficiência Mental  - Editora Avercamp - 2006
 BRASIL. Lei 10.098 Acessibilidade. Publicada no Diário Oficial da União em 19/12/2000.
BRASIL. Lei 10.436. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Publicada no Diário Oficial da União em 24/04/2003.
 BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005.
 BRASIL. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial/Instituto Nacional de Educação de Surdos. Dicionário Digital de Língua Brasileira de Sinais.
Produzido pelo Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial e com apoio do Instituto Nacional de Educação de Surdos, este material publicado em CD,
 FELIPE, Tânia; MONTEIRO, Myrna S. Libras em Contexto. Brasília: MEC - SEESP – Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, 2001.


EDUCAÇÃO FÍSICA

MEDINA, João Paulo S. A educação física cuida do corpo... e "mente". Campinas : Papirus, 1983.
PAES,R.R. A pedagogia do esporte e os jogos coletivos. In: ROSE JÚNIOR, D. Esporte e Atividade Física na infância e na adolescência: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2009.

FILOSOFIA
 KONDER, Leandro. O que é Dialética. 17. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987. (Col. primeiros passos; 23).
WEBER, Max. A Ética Protestante e o “Espírito” do Capitalismo. Tradução de
José Marcos Mariani de Macedo; Revisão e Edição de Antônio Flávio Pierucci.
São Paulo: Companhia das Letras. 2006
 COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2. ed. – São Paulo: ed. Moderna, 1997.
 CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia - São Paulo: Ática, 2000.

 FÍSICA

Garlick, Mark. O universo em expansão; trad. Vera de Paula Assis. 2ª ed. - São Paulo: Publifolha, 2010. - (Série Mais Ciência / editor da série John Gribbin). 72p.
Freire Junior, Olival. Carvalho Neto, Rodolfo Alves de. O universo dos quanta: uma breve história da física moderna. São Paulo: FTD, 1997. - (Coleção história, ciência, técnica, invenções e profissões). 95p.
Pietrocola, Maurício. Figueiredo, Aníbal. Calor e temperatura. São Paulo: FTD, 2000. - (Física um outro lado). Ed. reformulada. 63p.
Pietrocola, Maurício. Figueiredo, Aníbal. Um olhar para os movimentos. São Paulo: FTD, 2000. - (Física um outro lado). Ed. reformulada. 62p.
Pietrocola, Maurício. Figueiredo, Aníbal. Luz e cores. São Paulo: FTD, 2000. - (Física um outro lado). Ed. reformulada.64p.
Abdalla, Maria Cristina Batoni. O discreto charme das partículas elementares.  São Paulo: Editora UNESP, 2006. 344p.
Hewitt, Paul G. Física conceitual. Trad. Trieste Freire Ricci e Maria Helena Graviana. 9ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
Gilmore, Robert. Alice no país do quantum: uma alegoria da física quântica. Trad. André Penido. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. 192p.
Cugota, Lluís. Meu nome é Albert Einstein. 2 ed. Trad. Julia Duarte. São Paulo: Publifolha, 2010. 64p, (Meu nome é ___).
GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 1. 5 ed. São Paulo: Editora da USP, 2007.
GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2. 5 ed. São Paulo: Editora da USP, 2007.
GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 3. 5 ed. São Paulo: Editora da USP, 2007.
Cachapuz, António et al. A necessária renovação do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2005. 263p.
Brennan, Richard P. Gigantes da física: uma história da física moderna através de oito biografias. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. ed. rev. Rio de janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.290p..
Wolke, Robert L. O que Einstein disse a seu cozinheiro: a ciência na cozinha: (inclui receitas). Trad. Helena Londres. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. 297p.
Simmons, John C. Os 100 maiores cientistas da história: uma classificação dos cientistas mais influentes do passado e presente. Trad. Antonio Canavarro Pereira. 6 ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2010. 584p.
Barreto, Márcio. Física: Newton para o ensino médio. Campinas, SP. Papirus, 2002. 106p.


HISTÓRIA

HERNANDEZ, Leila Maria Gonçalves Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008.



LEM – INGLÊS

LAGO, Andreza  - Tasks That Work – Barueri, SP : DISAL, 2007
SWAN, Michael – Practical English Usage – New York, OXFORD, 2010 – 3rd edition
HOLDEN, Susan – O Ensino da Língua Inglesa nos Dias Atuais – SP, MACMILLAN, 2009
SOUZA, Adriana G. Fiori  (et al.)– Leitura em Língua Inglesa – uma abordagem instrumental – São Paulo – DISAL, 2005


LÍNGUA PORTUGUESA

KOCH, Ingedore G. V.; TRAVAGLIA, Luis Carlos. A Coerência Textual. 12ª ed. São Paulo: Contexto, 2001.
 KOCH, Ingedore V., ELIAS, Vanda Maria. Ler e Compreender os Sentidos do Texto. São Paulo: Contexto, 2006

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 1ª ed. São Paulo: Atica, 2006.
 LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6 ed.São Paulo, Ática, 2000.
 JOLIBERT, Josette. Além dos muros da escola: a escrita como ponte entre alunos e comunidade. 1ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
 BRANDÃO, Helena Nagamine. (Coord.). Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. 3.ed. São Paulo, Cortez, 2002.
 BRANDÃO, Helena Nagamine, MICHELETTI, Guaraciaba (Coords.). Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1998.
 CITELLI, Adilson (Coord.). Aprender e ensinar com textos não escolares. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1998.
 GERALDI, João Wanderley, CITELLI, Beatriz (Coords.). Aprender e ensinar com textos de alunos. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1998.
 NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: UNESP, 2000.

 


MATEMÁTICA

BOYER, Carl B. História da Matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.
CARAÇA, Bento de Jesus. Conceitos Fundamentais da Matemática. Lisboa: Gradiva, 1998.
COURANT, Richard, ROBBINS, Herbert. O que é Matemática? Uma abordagem elementar de métodos e conceitos. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2000.
DAVIS, Philip J., HERSH, Reuben - O Sonho de Descartes. O mundo de acordo com a Matemática. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.
KAMII, Constance. A criança e o número, editora: Papirus, São Paulo 1990. 11° edição
PISA. Competências para o mundo de amanhã, volume 1:Análise editora: Moderna, São Paulo , 2006
SMOLE, K. DINIZ, M.I.(orgs.) Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001

Assembleia de SP aprova mudança na lei de professores temporários




   A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou anteontem projeto que amplia o período de trabalho dos professores temporários na rede estadual de ensino antes de eles entrarem em quarentena.
   Agora, o professor não efetivo poderá trabalhar por ao menos 12 meses e, além disso, finalizar o ano letivo em que seu contrato termine. Só então terá de ficar um ano fora da rede estadual.
Exemplo: se ele entrar no sistema em agosto de 2011, poderá trabalhar até dezembro de 2012. Com a legislação anterior, ele trabalharia apenas até dezembro de 2011 (o docente já entraria em quarentena ao final do ano que ingressasse na rede estadual).
   A alteração foi proposta pela gestão José Serra (PSDB), que verificou que a lei -válida para o funcionalismo e proposta pelo próprio governo- reduziu o interesse por vagas na educação. Houve até mesmo falta de professores durante o ano passado.
   Enquanto o projeto não era aprovado, a assessoria do governo Geraldo Alckmin (PSDB) fez uma reinterpretação da norma. Na prática, os temporários foram liberados para trabalhar neste ano.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 04/02/2011

43 mil kit escolares para a região de Piracicaba


 (Artigo resumido)

     Nesta quarta-feira, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o Secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, participaram do evento de entrega simbólica dos 4,5 milhões de kits escolares aos alunos da rede estadual de ensino. Foram investidos R$ 117  milhões na aquisição de materiais de uso pessoal diário e mochilas. Somente para as escolas estaduaisda Diretoria de Ensino de Piracicaba serão distribuídos cerca de 43 mil kits. O kit escolar é composto por caderno, caneta, lápis, lápis de cor, apontador, borracha, régua emochila. Cada kit custou R$ 16,82 ao governo. Para comprar o mesmo conjunto de materiais, os pais teriam um gasto individual de R$ 115. Desde 2007, o governo investiu R$ 444,8 milhões no programa, que já distribuiu mais de 24 milhões de kits e mais de 14 milhões de mochilas.
  Neste ano serão encaminhados três kits diferentes às escolas, de acordo com o ciclo em que o aluno está matriculado: 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental (Ciclo I); 6º a 9º série do Ensino Fundamental (Ciclo II); 1º ao 3º ano do Ensino Médio, incluindo estudantes matriculados nos programas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Indígena e Educação Especial. Os materiais ficarão armazenados nas unidades até o início do ano letivo, quando serão  repassados aos estudantes da rede. 

Fonte: Gazeta de Piracicaba - 03/02/2011




Planejamento Escolar 2011 - Sugestões CENP


Colegas,

Além do material preparado pela Oficina Pedagógica de Piracicaba (ver postagens anteriores), estamos disponibilzando o link (abaixo) para o material preparado pela CENP.

Bom trabalho.

 
http://cenp.edunet.sp.gov.br/planejamentoescolar2011/

Oficina Pedagógica Piracicaba

Além de livros, faculdade particular cobra filmes e quadros

A canoa sobre o Epte - Claude Monet (1890)


DE SÃO PAULO

  A preparação para os vestibulares de algumas faculdades particulares de São Paulo deve contar com sessões específicas de cinema e idas a museus, além dos estudos tradicionais necessários para qualquer exame.
   Em instituições como a Escola de Direito da FGV, a Faap e a Cásper Líbero, os candidatos são avisados pelo edital que as provas incluem cobrança de filmes. Na Faap, o filme depende da carreira. Alguns são usados por mais de um curso.
   No vestibular aplicado no domingo passado, "Cidade do Silêncio" (2006) era cobrado para candidatos de administração, ciências econômicas e relações internacionais. Para outros 13 cursos o filme exigido era "Entre os Muros da Escola" (2008).
   No caso dos candidatos ao curso de direito da Fundação Getulio Vargas, estão entre os pré-requisitos uma série de livros e filmes e ainda uma lista de obras de arte, como a tela "A Canoa Sobre o Epte" (1890), de Claude Monet, da coleção do Masp.
   De acordo com Adriana de Faria, coordenadora do curso da FGV, ao pedir que os alunos tenham contato prévio com manifestações artísticas, a instituição procura garantir que os ingressantes estejam inseridos na vida cultural do país.
   "Queremos um aluno que tenha habilidade analítica e compreensão de mundo. Isso é importante para quem vai lidar com as relações sociais, como é o caso do advogado que formamos", afirma.
   De olho em uma vaga da FGV, Giovanna Cavanellas, 18, que neste ano presta o exame pela segunda vez, vai visitar as obras em exposição, reler livros e assistir novamente aos filmes. "Assim, vou me sentir mais segura ao fazer correlações entre as obras", afirma. 

Fonte: folha.com - acessado em 02/02/2011

Planejamento 2011


Srs. Diretores e Professores Coordenadores,

A Oficina Pedagógica disponibiliza algumas sugestões para o Planejamento 2011.
Para conhecer acesse os links abaixo.
 Para fazer o download:
1- Abra o link
2- Clique em "AÇÕES" na parte inferior da página
3- Clique em "DOWNLOAD COMO PPT" ou "DOWNLOAD COMO PDF"
4- Abra a pasta onde você salvou o arquivo



Informações Gerais

https://docs.google.com/document/d/1g4fRu-CLoxqb_J_trwb8s3iKWgPF2cABrTqdpUMIlVo/edit?authkey=CLue7MkP&hl=pt_BR#

 Currículo e Gestão


Currículo e Formação


Currículo e Avaliação



Video - Educação e  Vida

https://docs.google.com/leaf?id=0B-ocO3v0qCB3YmRiNjgzNmYtN2ZiNS00NTY2LTg2OWQtMTY0NzdlNjUyMzBi&hl=pt_BR
Oficina Pedagógica Piracicaba

Educação, o exemplo que vem da Ásia




Por Elisete Baruel , diretora de Educação da Vitae Futurekids

(Artigo Resumido)


    Conhecimento (ou saber) é poder, disse o filósofo Francis Bacon. Que o digam os grandes movimentos sociais e econômicos mais marcantes no caminho da humanidade. A capacidade de acumular sabedoria e de gerar conhecimento é determinante em qualquer processo de mudança e de desenvolvimento. Na capacidade de implantar um modelo educacional que forme cidadãos sábios, mão de obra qualificada e domínio das modernas tecnologias está a base de construção de um país realmente desenvolvido.
No mundo contemporâneo, um dos exemplos mais marcantes do poder do conhecimento vem dos chamados “tigres” asiáticos, que hoje se equiparam aos grandes países desenvolvidos da Europa e com os Estados Unidos. Desses “tigres”, atenção especial merece o caso de Cingapura. Aliás, um dos mentores da contínua transformação do país, Lee Sing Kong, diretor do prestigiado Instituto Nacional de Educação, estará em abril de 2011 em São Paulo para explicar os segredos dessa mudança. Ele participará do evento “Escola de Alto Desempenho – II Seminário Internacional de Práticas Inovadoras para a Educação”, promovido pela Vitae Futurekids. A fórmula que revolucionou a educação em Cingapura e criou as bases para fazer do país um dos “tigres” asiáticos se baseou e se baseia em ações como: incentivar os jovens mais talentosos a seguir o magistério; dar status, prestígio e remunerar professores iniciantes com salários de engenheiros; formar educadores por meio de intensa prática pedagógica (espécie de residência médica); administrar escolas públicas como empresas – os melhores ganham bônus; e priorizar o uso produtivo de recursos tecnológicos na escola.
     Ao Instituto Nacional de Educação (Faculdade de Formação de Professores) credita-se muito do rápido e contínuo avanço da educação em Cingapura, que estava em um patamar semelhante ao africano nos anos 60 do século passado. Hoje, o país é reconhecido entre os melhores do mundo em sala de aula, tendo um dos três melhores sistemas educacionais em matemática e ciências. No plano econômico, Cingapura tem crescido a taxas de cerca de 10% ao ano. Esse pequeno país, bem menor que o estado de Alagoas, tem conseguido a proeza de ter renda per capita de quase US$ 49 mil, acima dos EUA. Tudo isso resultado de investimento constante em educação ao longo das últimas décadas.
    Na China, a educação também é componente fundamental para o crescimento estrondoso do país. A prova está nos recentes resultados do PISA 2009, programa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que avalia o desempenho de estudantes de 15 anos, de vários países, em matemática, ciências e leitura. Os alunos da província chinesa de Xangai, que participaram pela primeira vez do exame, ficaram em primeiro lugar em todas as disciplinas avaliadas, superando todos os países da OCDE. Os chineses obtiveram 38 pontos acima do segundo colocado, Cingapura, 113 pontos acima dos Estados Unidos e 214 pontos acima da média dos alunos brasileiros.
    Os casos acima são apenas indicativos do quanto ainda temos que avançar para fazer da educação, ao lado da saúde, a grande prioridade de nosso país. O Plano Nacional de Educação para a década 2011-2020, lançado pelo governo, contém metas ambiciosas, com prioridade para a qualificação dos professores e melhoria da gestão escolar. Que ele se torne realidade. Afinal, é na escola, em todos os níveis, que podemos ganhar o conhecimento necessário para uma transformação duradoura de nosso Brasil.

Fonte: Jornal Gazeta de Piracicaba - 23/01/2011

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